O papel da Mulher Síndica na conciliação de conflitos

domando um leão a cada dia...

A conciliação de conflitos entre moradores de Condomínios é uma ferramenta que facilita a vida social, financeira e jurídica de todos. Embora seja considerada como uma nova cultura de gerenciamento, ela já é praticada há eras pelas mulheres da família, mais especificamente pela matriarca do clã.
O que a mulher síndica tem em comum com isso é sua capacidade de se colocar no lugar do outro e com isso analisar diversas estratégias para a resolução de um problema.
De uma maneira geral, quando a mulher assume o cargo de síndica, rejuvenesce o Condomínio, adota novas estratégias, delega funções e acompanha o processo de execução, preocupando-se com detalhes que muitas vezes passam despercebidos pelos homens.
A mulher síndica é “multimídia”: geralmente trabalha fora, trabalha na sua casa e trabalha para o Condomínio. Essa capacidade para abordar e resolver diversas tarefas ao mesmo tempo a capacita para uma administração com melhores resultados.
No entanto, a síndica precisa atentar-se para não confundir o seu “lado maternal” com o “profissional” e “conciliatório”. Pela sua própria saúde emocional não deve assumir cargas de trabalho ou preocupações que não sejam diretamente ligadas ao problema, ou como se diz, “não carregar o mundo nas costas”, e saber dividir tarefas.
É comum da natureza da mulher síndica aliar-se aos seus colaboradores ao invés de bater-se de frente com eles.
Ela tem interesse e tempo para escutar o reclamante. No processo de resolução de problemas, a mulher síndica competente usa todos os seus sentidos e mais ainda o de “ouvir”. Em muitos casos, apenas o fato de ter alguém que ouça suas reivindicações já traz o condômino a fazer parte positiva daquele grupo social.
E diferente do estereótipo de “síndico que assumiu porque não tinha mais nada o que fazer” ou “porque ninguém se habilitava”, ela entra numa administração para ordenar, consertar, reagrupar e melhorar o que for preciso, fazendo uso da inteligência emocional. Afinal, faz parte de sua natureza criativa e conciliatória, um elo filogenético entre nós e nossas antepassadas…numa versão multimídia.

Anúncios

Comente aqui

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s