Alguns precisam gritar para ter razão…mas terão?

Minha filha caçula teve um pesadelo terrível e acordou gritando, com os olhos arregalados, como que em terror noturno. Ela escutou a discussão que uma moradora de meu prédio teve no corredor com outra moradora, envolvendo a mim como síndica.
Bate boca fútil, sem que a pessoa ligasse o seu “mecanismo cerebral de racionalidade”, a moradora começou a gritar a todos os pulmões para ser ouvida por todos, numa verdadeira “armação de barraco”.
Ficou feio, desmoronou toda a “educação” que ela referia ter e fez cair a máscara de “boa senhora”, para mostrar a Medusa e seus cabelos de serpentes.
Quando algumas pessoas ficam insatisfeitas com o rumo que segue um Condomínio deveriam participar das Assembleias de moradores, pois é naquele espaço que os problemas devem ser resolvidos, ou pelo menos encaminhados para discussão.
Percebi como um problema como barulho de salto de sapatos, levado ao meu conhecimento no Livro de Ocorrências e repassado para quem de destino, interferiu no emocional de uma criança de 10 anos de idade, que estava no apartamento somente ouvindo a moradora aos berros do lado de fora.
A mesma senhora alega que estou levando “no pessoal”. Estranho: não tenho nada de pessoal contra sua pessoa e não fiz nada além de relatar uma solicitação (não reclamação) registrada em Livro.
Anteriormente à administração de meu antecessor, o Condomínio estava ao “Deus dará”, sem rotinas de funcionários, com “coletas irregulares” de taxas condominiais (condomínio pago pela metade, acertado na porta) e “condomínio baixo”,por conta de não ter um planejamento, organização contábil e manutenção do patrimônio.Atualmente, condôminos como esta senhora falam muito mas nada fazem de produtivo por ninguém, não se importam com os problemas da coletividade e apelam para a inadimplência como “forma de protesto”.
“-Eu saio cedo e não tenho tempo para perder com assembléia, com registro no livro,…”. Provavelmente não tem tempo também para verificar a quantas anda seu patrimônio e prefere vê-lo na “esbórnia”, como era antes.
Lamento minha filha ter tido pesadelos pelo escândalo gerado por esta senhora “tão educada”, mas é obrigação do síndico fazer cumprir o regulamento interno de um condomínio e sobrou para a criança este trauma.
É obrigação do síndico fazer manutenção preventiva, coletar taxas condominiais,emitir comunicados e aplicar multas quando necessário.
É obrigação do morador respeitar o sossego de seus vizinhos e agir com civilidade, assim como assumir as despesas comuns do Condomínio.
Esperamos que a moradora citada não faça mais esta “coisa feia”: para uma mulher de sua educação e idade isto já deveria ter sido superado.

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