Torta de maçãs, feita com massa de pastel.

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Dona Lourdes me passou a dica e eu resolvi experimentar: Torta de maçãs feita com a massa do pastel de feira, aquela que a gente compra enroladinha para fazer o nosso pastel em casa. Acredito que uma grande vantagem seja a de ser uma massa leve, sem gordura. O diferencial fica no recheio, que a meu ver poderia ser assado também sozinho, como uma outra sobremesa diferente, que tal?!
Recheio: 4 maçãs grandes (usei as Red), descascadas e cortadas em gomos, mantidas em água com suco de limão até a hora de usar + 1 lata de leite condensado (uso e gosto do Mococa) + 1 caixinha de creme de leite + 2 gemas de ovos + 1 colher (chá) de essência de baunilha + 1 xic. (chá) de nozes picadas + 1/2 xic. (chá) de uvas passas demolhadas. Faça um creme com o leite condensado, o creme de leite, as gemas e a essência, levando ao fogo lento até começar a engrossar (não muito).
Montagem: Unte uma forma média de torta, forre com a massa de pastel, cortando as sobras e se quiser pode usar uma dupla cama de massa. Espalhe metade das passas e nozes, depois ajeite os gomos de maçãs, novamente o restante das nozes e passas e por cima de tudo o creme.
Asse em forno médio pré-aquecido por cerca de uns 40 minutos. Eu coloco sempre uma forma de pizza por baixo da minha forma de torta, para evitar transbordamentos.
Sirva morna com chantilly ou fria.
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Bacalhau Gratinado

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Nossa querida chef Sandra Maria Furghieri Bylaardt, do blog Cozinha Santa, publicou uma postagem sobre dessalga rápida de bacalhau, juntamente com uma receita linda e deliciosa.
Aqui em casa, somente eu e minha filha Helena comeríamos o bacalhau, então comprei somente um pouquinho, uma bandejinha de retalhos de bacalhau para experimentar a dessalga de Sandra e fiquei impressionada com a facilidade do procedimento!Não fiz a receita de Sandra, que você vai encontrar no link abaixo:
http://cozinhasanta.blogspot.com.br/2013/12/bacalhau-de-forno-com-dessalga-ultra.html
…mas com o procedimento aprendido preparei meu bacalhau gratinado, que rendeu tanto que tive que congelar!
Os ingredientes são os de uma bacalhoada tradicional, porém substituí as azeitonas por fundo de alcachofras picados e o creme de leite por iogurte natural.
Meu bacalhau gratinado:
1 bandejinha de retalhos de bacalhau
500 g de batatas
1 cebola média picada
meio pimentão amarelo picado
meio pimentão vermelho picado
3 ovos cozidos duros picados
3 fundos de alcachofra picados
meia xícara (chá) de cheiro verde picado
4 colheres de óleo ou azeite
1 pote de iogurte natural
3 tomates picados
farinha de rosca misturada com queijo parmesão, para gratinar
Ferva em uma panela grande bastante água, desligue o fogo e mergulhe os retalhos de bacalhau, deixando-os no máximo por 5 minutos. Retire o bacalhau, aproveitando a água para cozinhar as batatas. Desfie o bacalhau, pique as batatas e reserve.
Refogue em uma panela grande a cebola, os tomates, o bacalhau desfiado, os pimentões, a alcachofra picada. Coloque uma xícara de água e deixe cozinhar um pouco (10 minutos), acrescentando o cheiro-verde. Prove o sal (provavelmente não será necessário corrigir). Acrescente o iogurte, os ovos picados e as batatas cozidas e picadas em cubinhos, dando uma leve mexida e já desligando o fogo.
Coloque essa mistura num refratário médio, alise e polvilhe farinha de rosca com parmesão. Leve ao forno médio alto (210ºC) para gratinar.
Se você quiser, pode substituir o iogurte por requeijão cremoso.
Se for congelar, é melhor não acrescentar as batatas, deixando como um recheio, que poderá ser utilizado em tortas e empadas.
Eu, assim como Sandra, “não acreditei muito” na dessalga rápida, mas funcionou bem e em 1h30min eu já estava com o prato preparado. Você também “não acredita muito”? Então faça como eu e compre uma bandejinha de retalhos de bacalhau (de boa qualidade, lógico!): você não vai perder nada e ainda terá um recheio delicioso feito em pouquíssimo tempo.
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Menina-moça

maio2013 106Depois do seu 11.º aniversário, Heloisa ganhou um novo visual, com um corte de cabelo bem mais leve e moderno.

Minha querida amiga e cabeleireira Clarice, agora atendendo aqui do lado de casa!, faz milagres com a tesoura e secador de cabelos. Sempre que preciso, ela está ali para me alegrar, deixando a gente “com cara de gente”, como costumo brincar com ela.

 

 

31 de dezembro de 2012 – Final de Ano

Eu já publiquei uma reflexão no meu outro blog – Cyblog da Cybele – sobre a Corrida de São Silvestre, de maneira que não vou me repetir neste, mas sim colocar um colorido mais retrô e familiar.
A lembrança do final de ano que nós, os paulistanos que são da minha geração (1950/1960), tínhamos era a de ficar esperando a Corrida de São Silvestre à noite, por volta das 23 horas, quando muita gente ia até o percurso prestigiar os corredores (em frente ao prédio da Gazeta e seguindo pela Av. Paulista) ou ficava grudada na TV vendo todo o trajeto.
Minha bisavó Joaninha Meloni (que todo ano comemorava 86 anos!) era uma das fãs da Corrida e acompanhava tudo com muito gosto e com os comentários de sua geração: “- Ah! O corredor africano venceu de novo! Também pudera: eles vivem fugindo todo os dias dos leões, eles têm que correr bem daquele jeito!” E quando um brasileiro chegava a uma boa posição ela e meu avô João ficavam exaltados.Meu avô era corredor no seu tempo de soldado do Exército Brasileiro (idos de 1920) e ganhou algumas medalhas nos jogos internos.
E como éramos classe média baixa, descendentes de italianos pobres e trabalhadores, não tínhamos muitos luxos nas comemorações: a “vó Cecília” assava um pernil, fazia um cuscus, cozinhava algumas castanhas portuguesas (nosso luxo!) e comíamos muitas uvas niágara, pêssegos, melancia e figos frescos. Tinha vinho de garrafão, que também era usado para fazer “sangria” para as crianças (nós bebíamos e dormíamos cedo, por que será?!?). Um “champanhe” Cereser doce (porque a bisavó gostava). O guaraná era o Antarctica de garrafinha e tampa com rolha no fundo. Chegava meia-noite, todos nos cumprimentávamos e logo cada um seguia para sua casa. Reuníamos no dia seguinte para o almoço, com macarrão feito em casa e o “rescaldo” da noite anterior. Nada de estresse. Nada de roupa especial para dar sorte, somente as pessoas juntas conversando e as crianças brincando no quintal.
Enquanto eu escrevo esta última postagem de 2012, escuto a reportagem da TV Gazeta, que ficou ligada para eu acompanhar o resto da São Silvestre, com um “show erótico” de final de ano de um “famoso” e suas bailarinas sexuais no palco. Que pena! Merecemos coisa melhor do que isso.
Tudo tem que mudar, mas para melhor, a meu ver.
Mudar só por mudar nada significa, se não se constrói coisa útil para quem está ao nosso lado. Não vejo mudanças aqui: vejo retrocesso. Voltando como se estivéssemos nas fazendas de engenho e senzalas, com os escravos servindo aos senhores, só que com o agravante destes escravos (e principalmente as escravas) estarem entorpecidos(as) por uma falsa liberdade de expressão e pelos produtos “chig-ling” facilmente encontrados em qualquer camelô.
Para os que não estão anestesiados, felicidades no seio de suas famílias e com os bons amigos de sempre!!! Muitos abraços, muita conversa, muitas risadas.
Poucos abusos e muito cuidado com excesso de bebida e os fogos de artifício (combinação nada indicada!).
Comam coisas boas, mas acima de tudo muitas frutas!!
Felicidades para todos em 2013!!
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Sugestão para o sorvete nosso de cada dia: calda de vinho.

Já preparei a deliciosa calda de vinho que a amiga Tania Saj me ensinou a fazer.
Está na geladeira, numa garrafinha (decanter) que será levada ao jantar de Natal e jogada generosamente sobre o sorvete de creme.
Aproveite um vinho bem comum, baratinho mesmo (aquele que você ganhou mas não tem coragem de beber…) e faça a calda assim:
1 garrafa (1 litro ou 750 ml) de vinho de mesa simples
1 e meia xícara (chá) de açúcar cristal ou granulado
1 pau de canela
alguns cravos-da-Índia ou 1 anis estrelado
Coloque tudo em uma panela e deixe em fogo médio até reduzir à metade (ou um pouco menos). Pronto, só isso! Leve a gelar e use em sorvetes ou em mousses (Mousse de iogurte).

Bazar de Natal da Escola Francisco de Assis Waldorf


Aconteceu neste domingo, 11 de novembro de 2012, o Bazar de Natal da Escola Francisco de Assis – Waldorf, localidada na Zona Norte de São Paulo.
Contou com trabalhos feitos pelos pais e alunos da Escola, além da presença de expositores convidados, que ofereceram cerâmicas, doces, bolos, enfeites natalinos, patchwork, crochês, trabalhos em madeira, feltro, papelão, pinturas e muito material artístico.

Para abrir o Bazar, o Coral formado pelos professores e funcionários apresentou três músicas natalinas. Seu jovem regente Luciano transmite muita tranquilidade e confiança e mostrou o trabalho do grupo com muita satisfação.
Durante a manhã do Bazar, simpáticos “vendedores de pães”, passavam entre os visitantes, oferendo-lhes o fruto de sua lavra: deliciosos pãezinhos caseiros!
Quem ficou para almoçar pode provar as deliciosas massas oferecidas a precinho camarada, organizada pelos pais dos alunos da classe do 7.º ano.



Parabéns a todos pelo belo trabalho e pelo carinho que manifestam pela Escola.










Seus amigos estão na Barsa ou no Google?

Depois de tanto tempo, o que temos em comum?
As nossas relações pessoais foram modificadas drasticamente a partir da ascensão das redes sociais na internet.
Plugados num mundo virtual, conseguimos obter informações em segundos, coisa que a 10 anos atrás seria muito demorado. E nesta mesma velocidade expomos nossas vidas, reencontramos pessoas que conhecíamos há décadas mas deixamos de ter contato.
Porém uma reflexão surgiu noutro dia, justamente com uma amiga que não via à muito e nos tornamos a encontrar pelo Facebook, falando pelo telefone: as pessoas que esperamos encontrar na rede são as mesmas de 10, 20 ou 30 anos atrás? Estarão da mesma maneira como as imaginamos? Aqueles que tínhamos na lembrança mudaram seu modo de pensar e encarar a vida? Será que eles têm para conosco a mesma preocupação que tivemos para com eles? Será que nós consideramos mais a eles do que eles à nós?
Lamentavelmente constatamos que os relacionamentos que tínhamos naquele momento passado com determinadas pessoas ficaram apenas em nossas lembranças e não mais voltarão.
É muito fácil e rápido reencontrar “perfis”: você “clica” ou digita o nome que quer e vem uma série de opções para correr atrás e tentar contato com aquele(a) velho(a) amigo(a) da faculdade, colégio, ginásio, grupo escolar ou do parquinho.
Mas prepare-se: as pessoas nem sempre irão querer te ver, não vão te adicionar, nem te convidar para um grupo especial, somente porque você pertenceu ao seu passado.
Refletindo ainda mais um pouco, nós duas chegamos a uma constatação: muitas vezes uma pessoa não quer manter um contato conosco, não porque não tenhamos sido bons amigos, mas porque de alguma maneira somos uma lembrança de alguma coisa não boa em sua vida que ele relaciona com nossa presença.
Encontrar uma pessoa que a gente considerava como amiga e não receber um retorno na mesma medida pode chatear a alguns que, como eu, vive cobrando inconscientemente delas uma postura de “meu velho amigo”.
Para alguns, a decepção chega a ser tão grande que passam para o “lado negro da Força” e afirmam categoricamente que “não existe amizades, existem interesses!”.
Que “enquanto você tem dinheiro todo mundo está com você!”, que “como eu não sou da turma, não ligam mais pra mim”.
A internet pode servir como um exercício de amadurecimento, se quisermos. Reconhecer que algumas pessoas se vão e não voltam, que algumas mudam seu modo de ver a vida assim como nós também mudamos (e que bom que isso aconteceu!), que algumas simplesmente não gostam da gente e ponto, e mesmo assim não se abalar é crescer internamente.
E estar atento que nossa vida é muito mais frágil agora do que quando não expúnhamos nossas emoções e idéias virtualmente. Que agora qualquer informação pode ser manipulada, porém o olho no olho no reencontro vai contrariar a memória que guardamos destes velhos conhecidos.
Assim, antes, quando ficávamos imaginando que fim deu aquela amiga querida, guardávamos um pensamento confortador por não termos este meio instantâneo de comunicação (antes a gente precisava quebrar a cabeça numa Enciclopédia Barsa ou Conhecer pra fazer pesquisas escolares, hoje o Google mostra tudo).
Provavelmente algumas amizades também serão assim, instantâneas como a internet, sem o aprofundamento daquelas que demorávamos anos para solidificar.
É a nova face das relações sociais e cabe a nós selecionar, da mesma maneira como também nos selecionam, não se sinta culpado(a)!
Use e abuse da pesquisa. Procure quem você quer e se não der, deixe ir sem mágoa.
Nossa! Ele(a) era tão bonito(a) antes...
 

Desculpe, mas é para o seu bem…


Ele não gosta nada, nada, mas não tem jeito: precisa fazer diálise de tempos em tempos.
Nossos bichos de estimação estão vivendo cada vez mais e também manifestando doenças que muitos veterinários não costumavam cuidar. Existe até geriatria veterinária, para tratar diabetes, doenças renais, displasias, coisas que nossos velhinhos desenvolvem com a longa idade.
Tal como nós humanos, precisam de cuidados na velhice também.
Então, desculpe amiguinho, mas é para o seu bem…

Resgatando os amigos distantes.

Se eu posso dizer que alguma pessoa foi absolutamente boa e amorosa em minha vida é a D. Maria do Carmo.
Quando me recordo de alguma passagem em minha adolescência e mocidade que envolvia Dona Maria e sua família inteira sempre é lembrança alegre, divertida, cheia de carinho. Acho que eles foram minha “tábua de salvação” em meio a uma família (minha) desestruturada.
Recordo-me que saía de minha casa para ir passar as tardes na casa de D.Maria, junto à ela e seu marido, sr. Geraldo, na oficina de lantejoulas e olhinhos artesanais de vidro para bichinhos de pelúcia que eles faziam e me distraia pintando os olhinhos para ela, enquanto conversávamos ou mesmo quando ficávamos quietos. Era a paz que eu precisava e sempre recebi naquele Lar.
Depois, quando chegava a tardinha, D.Maria olhava para o relógio, se levantava de seu balcão e descia para preparar um café, mas AQUELE café, cheiroso, com bolo caseiro, pão com manteiga Aviação, que os meninos todos esperavam avidamente. Acontece que eles (sr. Geraldo e D.Maria) tiravam os meninos da rua e os “empregava” como ajudantes(aprendizes) para pesagem e ensacamento de lantejoulas, o que dava uma renda extra para suas famílias e evitava que eles ficassem no ócio, armando confusão nas ruas. Nenhum destes meninos se desvirtuou e hoje são homens crescidos, com boas recordações daquele tempo.
A generosidade desta gente sempre foi muito grande, não em bens materiais, mas em atenção e carinho. Uma palavra de orientação, um ouvido atento às nossas reclamações, uma bronca (sr.Geraldo) sempre bem dada no momento certo, o ombro no momento do choro, coisas que não se vende nas lojas de brinquedos e que muita gente paga anos e anos de terapia para ter…
Revi ontem minha querida amiga e suas duas irmãs, Hilda e Beatriz, todas já bem velhinhas, com as cabecinhas aureadas pelos cabelos cor de prata. Levei minhas filhas com orgulho para conhecerem essas pessoas tão lindas e sua cidade, Rio Claro – SP, com suas ruas limpíssimas, retas, bem calçadas, e seu povo bom e gentil.
Mostrei-lhes o outro lado da vida, o lado bom, puro e generoso, que ainda existe e não é “milagre de Natal”. O convívio com pessoas que estão interessadas em ouvir o que você fala e que têm a fala mansa, bem medida, sem alterar a voz.
E em cada casa que a gente visita tem que tomar um “cafezinho”, senão a dona da casa fica chateada, mas que nunca é só um cafezinho, mas uma mesa cheia com bolo caseiro, bolachas, pão, manteiga, frios,…eles põe de tudo para agradar a visita (como se o amor deles já não nos tivesse alimentado!).
A mesa farta de carinho e atenção, de preocupação se você está se sentindo bem.
Minha amiga de cabeça prateada agora está com seus 80 anos, mas não aparenta ter 60. Mexe nas plantas(ela tem o dedo verde pras plantas!), abaixa, levanta, cozinha, arruma, anda pra cá e pra lá. Coisa de gente do interior, que tem saúde e não se entrega tão fácil, que vê o lado positivo da vida, que vai à igreja com vontade, que ajuda o vizinho quando ele precisa e que sente nossa falta quando deixamos de aparecer.
Rever essa família tão querida me fez recordar dos tempos em que em meio ao tumulto encontrávamos forças para seguir em frente…e seguimos.
Que minhas pequenas se recordem deste dia e destas pessoas como um carinhoso momento. Que possam contar aos seus amigos que conheceram uma cidade tão gostosa como Rio Claro e que lá vivem pessoas de tão bom coração.
Que Deus continue a abençoar esta família e que proteja minha querida amiga em todos os dias de sua vida.

Bolo de Mexericas, da Claudia & Izolina

bolo de mexericas

Muito aromático, este bolo fará sucesso no seu chá da tarde, com ou sem a calda de mexerica por cima.
Massa:
3 mexericas carioca (*), picadas com casca e tudo (retire as sementes)
1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
3/4 de xícara de óleo
3 ovos separados, claras em neve
1 pitada de sal
1 colher (sopa) de fermento em pó
Pré-aqueça o forno à temperatura média baixa (entre 180 e 200ºC); unte e enfarinhe uma assadeira retangular média.
Bata as claras em neve e reserve.
Bata no liquidificador as mexericas picadas, com o óleo, o açúcar e as gemas. Acrescente 1 xícara da farinha e torne a bater.
Despeje o creme obtido nas claras em neve, alternando com a farinha e o fermento em pó, misturando muito delicadamente.
Coloque na assadeira e leve a assar por 20 a 25 minutos.
Enquanto assa, prepare a calda:
suco de 4 mexericas polcan
1 xícara (chá) de açúcar.
Leve a ferver e despeje sobre o bolo pronto ainda quente.
Deixe no forno apagado alguns minutos. Depois de morno, corte em quadrados e sirva.
Nota(*): a receita original pede mexericas cariocas, aquelas com a casquinha fininha. Encontrei no “sacolão” algumas mexericas Verona, de uma cor laranja e aroma intensos, que me pediram para serem levadas para casa! Estas mexericas não têm sementes e são do mesmo tamanho que as cariocas.

Nota 2: Tentei fazer o bolo em forma de buraco, tal como mostra a foto, mas não ficou tão saboroso como o preparado em assadeira. Coisas da “alquimia culinária”!


Mexericas Verona, sem sementes.