Parque da Água Branca

Passamos a quarta-feira de cinzas bem tranquilamente no Parque, à sombra de pinheiros e árvores de nossa mata nativa.
Gosto de estar lá, mais ainda do que no Horto, pois este está abandonado. O Parque da Água Branca começa a ser revigorado e a gente não é atropelado por bicicletas kamikases, nem perseguido por bando de cães vadios. Somos acompanhados de pertinho pelas galinhas ganisés e seus pintinhos, por galos, gansos, pavões, angolinhas, por pombos e maritacas, por sabiás que ainda encontram ali um refúgio.
Ainda há muito o que restaurar, mas já estão num bom caminho. Falando de caminho, há também uma pequena homenagem ao violonista Paulinho Nogueira.
As chuvas também deixaram suas marcas no Parque, com a queda de uma das enorme árvore sobre um dos prédios da administração.
E curtimos um pic-nic improvisado ao lado do lago das carpas, curtindo o silêncio gostoso daquele lugar.
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Tintin digitalizado.

Novo filme digitalizado de S. Spielberg baseado nos quadrinhos de Hergè,  estreou em 20 de janeiro de 2012 nas telas de São Paulo.

Para os fãs do herói jornalista, do cachorrinho Milu e do Capitão Hadoc, a história é baseada em outra já produzida para a TV, com um mistério envolvendo um barco, três pergaminhos secretos e um tesouro perdido. Roubos, sequestros, fugas espetaculares pelo ar, mar e terra. Bandidos e mocinhos, bem ao estilo retrô. Paisagens exóticas completam a composição. Perfeitos a caracterização dos personagens, a imagem e o som. Segue no ritmo do cinema europeu, um pouco parado no começo, mas agitando com tudo do meio para o fim.

Para quem é fã do Tintin.

Os detetives Dupont e Dupont.

O Capitão Hadoc.

A cantora lírica, com seus agudos super-sônicos.

A terceira réplica do navio misterioso, que contém o terceiro pergaminho.O vilão, observando da sacada.

Por que gosto da série “Os Pioneiros”.

(imagem retirada do blog revistatvseries.blogspot.com)

Os Pioneiros foi uma série lançada nos anos 1970, que teve 9 temporadas e terminou em 1983. Sob a direção e atuação de Michel Landon, o seriado que está sendo reprisado no canal TCM, trata de uma família nos EUA, no oeste, após a segunda metade dos anos 1800 (pós a guerra civil americana). Como colonizadores, eles contam com a união da família e dos amigos para enfrentarem as dificuldades.

Michel Landon trabalhou com o tema “família”, com valores morais e éticos que não temos mais o prazer de vivenciar.

Mostrou a rudeza do campo e a simplicidade da vida daquelas pessoas, que encontravam em sua religião um bálsamo contra as mazelas.

Eu gosto da série não por ser religiosa, por ser quadradona, por ser retrógrada, mas porque é bom ver união de vez em quando, gratidão sem fanatismos.

As ideologias políticas cacetes, os falsos intelectuóides, as lutas de classes incutidas nos povões que se comem uns aos outros ao invés de se ajudarem não me trazem Paz de Espírito.

Assim como o fanatismo religioso, o “ateísmo” também é manipulado. Nenhum destes extremos deu Paz a qualquer um que fosse seu seguidor, não consolou quem verdadeiramente precisava do amparo: só os fez se angustiarem mais e mais.

E nenhuma tendência atual da programação televisiva me acrescenta nada que me faça crescer como pessoa. Vampiros, peruas, adolescentes drogados e rebeldes, “reality shows” mostrando medíocres frustrados tentando subir na vida…Chega disso, gente! Para ver porcaria, vou à fazenda ver o chiqueiro.

O telespectador merece mais do que esses BBB da vida, merece cultura geral (e não de ideologia política, como se tornou a programação da TV Cultura atual), merece ver o mundo além de seu umbigo.

E enquanto não temos nada que valha a pena, fico com as reprises do Chaves e dos Pioneiros, que pelo menos não entram em minha casa sem pedir permissão e emporcalham meus olhos e ouvidos , como as coisas da Globo, SBT, Record, Bandeirantes e tudo mais.

O mundo é muito mais do que o funk e o pagode afirmam que é.

Querem conhecer ou relembrar as séries antigas? Sugiro o excelente blog de Fernanda Furquim e Marta Machado :

revistatvseries.blogspot.com

veja.abril.com.br/blog/temporadas

Liz Taylor Forever

Com 11 anos, "A coragem de Lassie", com um collie macho (Bill)

Neste sábado a TCM fez uma homenagem a Elizabeth Taylor, reprisando alguns de seus filmes, desde o começo de carreira ainda menina até a uma fase mais madura, com filmes densos.
Além de linda, Liz era extremamente talentosa. Atuava com colegas de peso e destacava-se pelo olhar, realçado pela sua cor violeta, que contrastava com o negro de seus cabelos.
Aqui, algumas fotos dos filmes de Elizabeth Taylor.

Loura, à esquerda, em "Little Women"

Ao lado de Robert Taylor, em "Ivanhoé" (1952)

"Gata em teto de zinco quente", com Paul Newman

"De repente, no último verão", com Montgomeri Cliff

"Cleópatra", considerado o maior "abacaxi" de Hollywood

"Quem tem medo de Virginia Wolff?"

ao lado de Richard Burton, seu marido por duas vezes

"A Megera Domada"

uma aparição em "Os Flingstones", como a mãe de Vilma

Bye, Liz!

Olga(yorkina)

Conhecia a Edna Costa pela Internet e me apaixonei pela pessoa maravilhosa que é.
Batalhadora, otimista, risonha, generosa. Aquela pessoa que você quer ter do lado para levantar seu astral, sem ser cansativa, sem ser piégas.
Depois de algum tempo ela voltou de férias ao Brasil e nos encontramos, e foi como se sempre nos conhecêssemos.
Edna também mereceu uma Olga, com seus cabelinhos encaracolados, em pose de Estátua da liberdade.
Se quiserem ver a Olguiorquina, acessem o´álbum da Olga.
 

A primeira história de Olga…

Quando ainda estava trabalhando para a FAB como fonoaudióloga e militar, tive que comparecer a uma série de representações, comuns em nosso meio.
Em 2007 a minha turma, a primeira turma de oficiais do quadro feminino, cobaias deste sistema, completou 25 anos de resistência. E, embora nós de São Paulo tivéssemos tido a idéia de comemorar o evento 2 anos antes (em 2003 já nos reuníamos para tentar resgatar material para a "comemoração"), o setor de comunicação da Aeronáutica falhou conosco e foi empurrando com a barriga, até que num último momento surge uma "comissão", ninguém sabe de onde, ninguém sabe com quem, e resolve que as comemorações seriam em Barbacena e não nos Afonsos, onde as duas primeiras turmas se formaram. Teve pararã-pan-pan, banda de música, homenagem à dona maricotinha de não sei quem das quantas e até um busto de uma mulher representando uma oficial (muito bonito, por sinal).
E como não se poderia deixar de acontecer, no Mês da Asa (outubro), todas as comemorações tiveram uma menção sobre os 25 anos da Mulher na FAB.
Foi aí que Olga surgiu com tudo:
Culto Evangélico na Primeira Igreja Batista de São Paulo.
Em meio a toda concentração, nós ouvimos o jovem pastor que nos "intimidou", sem nenhum aviso prévio, a subir ao palco para cantarmos o Hino do Aviador. Detalhe: ele mais moderno, chamando as antigonas para cantar. Fica um tal de vai-não vai-vai-não vai, até que o burburinho aumentou e o clima ficou tenso demais.
O jovem pastor fez oficiais mais antigas que ele pagarem um super mico!!
Ingenuamente, algumas de nós pensaram que teria legenda, caso no nervosismo da exposição, trocássemos as estrofes. Tolinhas: não havia.
E subimos ao palco e praticamente dublamos o coral atrás de nós, tal como papagaios treinados!!
Ou melhor, no melhor estilo mexicano, cantamos como pudemos e descemos sem olhar para trás.
No dia seguinte, outro super mico:
Missa no Mosteiro de São Bento!
Uma das carolas, para mostrar serviço ao padre, resolveu de última hora, sem explicar como seria a entrada e a saída, que as mulheres militares deveriam entrar em procissão carregando velas e flores até o altar. Um festival de improvisação, que só não ficou pior devido ao nosso jogo de cintura de 25 anos de pagação de mico!!
Terminados os dois "eventos", peguei meus lápis de cor e me coloquei em posição de sentido na frente da folha branca, até que Olga apareceu e tomou conta do cenário. Desde então, tudo o que era engraçado era comentado e desenhado, com Olga, a papagaia, numa nova situação.
Quero contar cada uma das histórias dos desenhos, se vocês tiverem paciência.
 
 
 
 
Prometo que serei mais breve do que este artigo.
 
 

XIV MOSTRA DE ARTES DO HASP

cartaz XIV Mostra
 
Em comemoração ao 29.º aniversário do HOSPITAL DE AERONÁUTICA DE SÃO PAULO, será realizada de 15 a 26 de setembro de 2008, no Boulevard da Junta de Saúde, a XIV Mostra de Artes, este ano homenageando o Centenário da Imigração Japonesa ao Brasil.
Lá estarão expostos trabalhos de artistas convidados, reproduções de gravuras japonesas do Período Edo, modernas, mangás e animês.
Teremos também expostos objetos tradicionais e nosso cantinho japones no jardim internomdo Hospital será revitalizado.
Durante a semana os presentes poderão ver o seriado "National Kid contra os Incas Venusianos".
Todos estão convidados.
O Hospital de Aeronáutica de S.Paulo fica localizado na Av. Olvao Fontoura, 1.400, Santana, S.Paulo, SP e a Mostra estará aberta ao público das 8 às 13h de 2.ª a 6.ª feira.
Arigatô!
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