Registros Familiares- genealogia

Volto a publicar neste blog após tanto tempo sem nada a relatar.
Tenho deixado de lado a culinária e o artesanato, para me dedicar à genealogia. Muitas descobertas interessantes, muitas fotos antigas e preciosas e ligações entre pessoas de diversas partes do mundo, mostrando que todos temos algum pedacinho do “dna” em comum.
Pretendo organizar aqui alguns registros, para que possam ser úteis a quem também se interessar no assunto. Deste modo, se alguém também quiser compartilhar informações comigo, ficarei imensamente grata.
Grande abraço a todos!

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Sto Antonio do Pinhal, serei sua devota.

Eu até comecei a escrever este post como uma narrativa de uma viagem de férias, que começou assim:
“Pegamos o último final de semana de junho, na contramão dos jogos de futebol, para descansarmos na região serrana do Estado de São Paulo e escolhemos Santo Antonio do Pinhal por ser uma cidade hospitaleira e muito tranquila, com várias trilhas e rotas turísticas.
A cidade fica a 173 Km da capital, seguindo pela rodovia Ayrton Sena/Carvalho Pinto em direção a Campos do Jordão, que está há cerca de 17 Km.
Provamos o melhor sorvete de todos, na sorveteria Eisland, cujo leite e creme de leite é do gado Jersey da fazenda da região.
Embora a seca tenha atingido o Estado de São Paulo com bastante crueldade, os pinheiros aguentam firmes e as flores nos presenteiam com suas cores. Na pousada que nos hospedamos (Pousada Alemã) pudemos ver canteiros de lavandas, rosas e gerânios.”
Depois, analisando bem, relatos de viagens já lemos muitos e o que está aí já dá uma ideia do local para quem quiser conhecer e procurar mais pela internet.
Para mim,o melhor de tudo foi desacelerar meus nervos, por o pé no freio do “eu tenho que fazer” e voltar a sentir cheiros, ver estrelas, conversar sem pressa, andar pela rua sem ter gente se acotovelando ou se odiando.
Sentir o calor do dia e o contraste do frio da noite, bem definidos. Respirar sem ter o nariz irritado, provar comida com gosto de comida.
Foram pequenos prazeres que me fizeram lembrar de como eu era feliz quando morava numa Vila Santa Clara nos anos 60/70, que mais parecia uma cidade do interior e tinha gente boa pra se conviver.
O Brasil precisa trabalhar com ESTE tipo de turismo, com a ideia de mostrar o que tem de verdadeiro e bom e não o que o turista QUER que seja ou que fantasie. Não temos só praias e bundas para mostrar, temos montanhas, vales, folclore maravilhoso, comida soberba e um povo que se bem orientado pode abrilhantar nossa nação.
Eu não troco um lugar assim por nada deste mundo.
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Chipa Paraguaia

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Esta receita eu compartilhei de Roberto Erick, do site Tudo Gostoso, ao qual agradeço.
Minha filha apresentou um trabalho em grupo sobre a Região Centro Oeste do Brasil e os pais dos alunos deveriam preparar um prato da culinária local. Procurei a chipa e a achei muito parecida com o nosso pão de queijo mineiro. É facílima de fazer e rende bem.

INGREDIENTES:
2 OVOS INTEIROS (MÉDIOS)
400 G DE POLVILHO DOCE
100 G DE MARGARINA
15 G DE FERMENTO EM PÓ (1 COLHER DE SOPA)
500 G DE QUEIJO MINAS OU MEIA CURA RALADO (melhor)
SAL, SE O QUEIJO NÃO FOR SALGADO (+OU- 1 COLHER SOBREMESA)
+OU- 100 ML DE LEITE, PARA DAR O PONTO
MODO DE FAZER:
Coloque os ingredientes numa tigela, menos o leite.
Amasse e vá juntando aos poucos o leite, para dar o ponto de desgrudar das mãos.
Pré-aqueça o forno a 200 o C e unte várias formas (assadeiras baixas).
Modele as chipas em formato de meia lua ou ferradura, coloque na forma deixando espaço, pois crescem.
Asse por 20 minutos ou até ficarem levemente douradas.
Dependendo do tamanho rende 30 porções.

Obs:
Experimente com polvilho azedo misturado ao doce (meio a meio).

Menina-moça

maio2013 106Depois do seu 11.º aniversário, Heloisa ganhou um novo visual, com um corte de cabelo bem mais leve e moderno.

Minha querida amiga e cabeleireira Clarice, agora atendendo aqui do lado de casa!, faz milagres com a tesoura e secador de cabelos. Sempre que preciso, ela está ali para me alegrar, deixando a gente “com cara de gente”, como costumo brincar com ela.

 

 

Bolo de limão – aniversário da Helô

maio2013005

Não é sempre que a gente pode dar festa, mas um bolinho de aniversário, por mais simples que seja, tem que ter.
Esta receita é muito simples e dá para fazer num instante.
Ingredientes:
3 ovos separados, claras batidas em neve
1 e meia xícara (chá) de açúcar (branco ou mascavo ou demerara)
meia xícara (chá) de óleo
raspas da casca de 1 limão (usei o siciliano)
suco de 1 limão
1 e meia xícara de farinha de trigo
1 colher (sobremesa) de fermento em pó
uma pitada de sal
Pré-aqueça o forno à temperatura média (180ºC), unte uma forma média (usei uma decorada, por isso do formato do bolo).
Bata as claras em ponto de neve e acrescente as gemas uma a uma, batendo sempre. Acrescente o açúcar, continuando a bater, depois o óleo, a farinha, as raspas de limão e o suco e por último (sem bater, só misturando) o fermento em pó.
Asse por uns 25 a 30 minutos, deixe esfriar para desenformar.
Corte o bolo ao meio e recheie com geleia (usei a de cupuaçu)+ chantilly, cobrindo-o.
Eu não usei chantilly, mas sim um creme feito com creamcheese (cerca de 300g) batido com 2 xícaras (chá) de açúcar de confeiteiro e gotas de baunilha.
Você pode querer um bolo mais molhadinho, então é só umedecer a fatia de baixo com colheradas de suco de laranja ou algum refrigerante gasoso (usei Schweps Citrus).
E cantamos parabéns para Heloisa, que completou 11 aninhos!
maio2013022

Costurando para minha boneca.

janeiro 2013 059 Eu desmontei um armário de meu quarto, que estava de mofo e bolor até a alma, por conta de uma infiltração na parede externa do prédio.
Foi uma boa medida, uma vez que livrei bastante espaço no ambiente, desocupei um armário inútil e acabei encontrando coisas há muito esquecidas. Dentre estas, duas bonequinhas que eu ganhara de minha avó Cecília entre as décadas de 60 e 70.
janeiro 2013 061Esta bonequinha é uma daquelas que ainda ficavam de pé sozinhas, fechavam os olhos quando deitadas, tinham o corpinho cheínho, o rosto de menina e as roupinhas parecidas com as que as crianças usavam. Seu vestido original (um branco com rendinhas e uma florzinha de aplique) há muito se perdeu, junto com seu sapatinho de plástico. Fiz um de flanela há tempos, mas também ficou feio e velho.

janeiro 2013 064 O que eu nunca havia notado, pois as crianças daquela época gostavam dos brinquedos que ganhavam e não lhes via os defeitos, é que uma perninha desta boneca é mais curta que a outra, provavelmente um defeito de fábrica. Ela “ficava de pé” com uma certa ajuda…

janeiro 2013 070 Resolvi colocar o artesanato em dia e fazer um vestidinho e sapatinhos para ela, aproveitando retalhos. Optei em fazer um vestido como o original (mais simples que aquele), da época. Ela ganhou até uma calcinha de malha.

janeiro 2013 066 janeiro 2013 065janeiro 2013 062 Os sapatinhos foram individualizados, visto que tive que fazer uma “palmilha” com um pedaço de bandejinha de isopor para nivelar as duas pernas, e confeccionados com feltro.

janeiro 2013 069 janeiro 2013 068 Não coloco o molde deste vestido e sapatinho, porque foi feito para esta boneca, mas se houver interesse publico posteriormente.
A próxima a ganhar uma roupinha será minha Susie antiga, com cara de menina-moça, também mais gordinha que as atuais “anoréxicas ching-ling”. Mas isto é outra postagem…

Bruce fez um exame de ultrassonografia…

Vencemos o calor de 37ºC sem brisa e levamos o Bruce ao Morde Cão, para fazer um US abdominal. Rotina, pois meu velhinho é doente renal e amanhã vai fazer um procedimento: limpeza de dentes e possível remoção de alguns  deles podres.
Quando ele vê a caixinha de transporte vermelha (que ele chama telepaticamente de Resgate dos Bombeiros ou carro do SAMU!) se apavora, pois sabe que vai ao veterinário. Primeiro não quer entrar, depois chegando ao consultório não quer sair e quando termina a visita corre pra dentro!
Dra Fernanda fez a tricotomia de sua barriguinha e seguramos o Bruce para o exame, que felizmente não acusou nenhum grande problema: o paciente está apto para a limpeza de tártaro!
Vejam só o estado em que ficou meu vovozinho:
dezembro12 009(-Ai! Que vergonha!)

dezembro12 011

dezembro12 012“Pelanquinha”

dezembro12 013Até que com este calor, ele não achou ruim!

Vamos agora rezar para que tudo saia bem amanhã com sua pequena cirurgia.

Enfeites de feltro


Qualquer pedacinho de tecido que estiver sobrando pode virar algum enfeite nesta época do ano.
Aqui, mostro um “varal” que fiz com retalhos de feltro, pendurando meias e folhas. As figuras foram recortadas duplas e caseadas com linha de bordado, para dar acabamento.
Cole miçangas, ou costure recortes de sinos, ou aplique fitas e sianinhas (costuradas ou coladas com cola quente).
O “varal” é uma fita para presentes, dourada, e os pregadores de madeira foram pintados com guache e tinta dourada.

Serve para enfeitar um cantinho que está meio tristinho, no caso a coluna de minha cozinha.

E minha filha Heloisa também gostou da ideia e preparou seus próprios enfeites, para dar de presente.

Bazar de Natal da Escola Francisco de Assis Waldorf


Aconteceu neste domingo, 11 de novembro de 2012, o Bazar de Natal da Escola Francisco de Assis – Waldorf, localidada na Zona Norte de São Paulo.
Contou com trabalhos feitos pelos pais e alunos da Escola, além da presença de expositores convidados, que ofereceram cerâmicas, doces, bolos, enfeites natalinos, patchwork, crochês, trabalhos em madeira, feltro, papelão, pinturas e muito material artístico.

Para abrir o Bazar, o Coral formado pelos professores e funcionários apresentou três músicas natalinas. Seu jovem regente Luciano transmite muita tranquilidade e confiança e mostrou o trabalho do grupo com muita satisfação.
Durante a manhã do Bazar, simpáticos “vendedores de pães”, passavam entre os visitantes, oferendo-lhes o fruto de sua lavra: deliciosos pãezinhos caseiros!
Quem ficou para almoçar pode provar as deliciosas massas oferecidas a precinho camarada, organizada pelos pais dos alunos da classe do 7.º ano.



Parabéns a todos pelo belo trabalho e pelo carinho que manifestam pela Escola.