Torta Natalina de Cerejas

dezembro14 010
A massa desta torta é a utilizada na tradicional torta de maçãs americana (a “da vovó Donalda”); assim, aproveite para experimentar com maçãs, peras, ameixas ou outras frutas vermelhas.
Massa:
250 g de farinha de trigo
1 pitada de sal
100 g de manteiga sem sal gelada cortada em pedacinhos + 20 g de gordura vegetal ou margarina
1 colher (sopa cheia) de açúcar
1 gema
6 colheres (sopa) de leite gelado ou água gelada
Misture com a ponta dos dedos para formar uma massa lisa ou então processe no processador de alimentos (formará uma farofa, que deverá ser amassada levemente), forme dois discos, embrulhe em filme plástico e gele por 30 minutos. Reserve.
Recheio:
500 g de cerejas frescas, sem caroço
3/4 de xícara (chá) de açúcar
3 colheres(sopa) de maisena (amido de milho) ou farinha de arroz
Misture numa tigela e deixe repousar por 30 minutos.
Pré-aqueça o forno a 180º C; abra um dos discos de massa, forre o fundo e laterais de uma forma redonda (22 cm), fure a massa com garfo (isso evita que ao assar a massa levante), cobra com papel laminado e feijões, asse por 20 minutos, retire o papel e os feijões.
Coloque as cerejas reservadas (se formar muito caldo, elimine), um montinho maior no cento; abra o outro disco de massa, faça um ou dois furos (usei um cortador de biscoitos pequeno) na massa (para sair o vapor do cozimento), coloque sobre o recheio, apertando as bordas da massa. Pincele a cobertura com uma gema batida ou com leite e polvilhe açúcar.
Asse por cerca de 20 a 25 minutos, ou até dourar.
A torta fica com uma aparência rústica, por conta do formato das frutas do recheio, mas fica muito bonita.
Sirva fria, com uma bola de sorvete, se preferir.
Nota: este tipo de massa deve ser trabalhada sempre com pouca manipulação, mãos frias se possível, para a massa não ficar “emborrachada”.
Outra dica: às vezes forma muito suco no centro da torta assada, por isso se preferir refogue as cerejas com o açúcar e a maisena antes, formando uma goma que irá diminuir o líquido que se forma.
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dezembro14 009
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Esta foi feita em um prato fundo de sopa.

Torta de Noz Pecan e Pasta de Amendoim

dezembro14 004
Massa:
250g de farinha de trigo
1 pitada de sal
120g de manteiga sem sal gelada, cortada em pedacinhos + 1 colher (sopa) de gordura vegetal ou margarina
50g de açúcar (+ou- 2 colheres de sopa)
6 colheres (sopa) de leite gelado
Use o processador de alimentos para misturar os ingredientes, amassando posteriormente a farofinha formada, até formar uma massa lisa; forme um disco, embrulhe em papel filme e gele por 30 minutos.
Recheio:
3 ovos batidos
300 g de nozes pecan rusticamente picadas + 50 g de figos secos picados (reserve algumas nozes para decorar)
180 g de pasta de amendoim (usei a Paçoquita e gostei do resultado)
1 xícara (chá) de açúcar mascavo
1 colher (sopa) de chocolate em pó
1 pitada de sal
1 colher (sopa) de baunilha
Misture e reserve.
Preparo:
Pré-aqueça o forno a 200ºC; abra a massa em superfície levemente enfarinhada e com ele forre um refratário redondo(22 cm), fure a massa com o grafo, cubra com papel alumínio e feijões e leve para assar por cerca de 20 minutos; retire o papel, proteja somente as bordas com pedaços de papel alumínio (para não escurecer a massa) e asse por mais 10 minutos (forno mais baixo, 180ºC); retire do forno, coloque o recheio, decore com as nozes e leve para assar novamente até o recheio firmar (cerca de 15 minutos).
Sirva fria, com sorvete de creme se preferir.
Preparei esta torta para o jantar de Natal na casa de nossas amigas dona Elena e Marcia, às quais dedico esta torta.

Mudanças necessárias.

Manter-nos na “zona de conforto” traz sempre a falsa impressão de segurança.
O que está quieto não se mexe, certo? Não sei…
Se não há mudança não há também nenhum movimento, nenhum crescimento, “a pedra cria limo”.
Depois de um certo tempo em um determinado trabalho ou atividade, às vezes torna-se necessário evoluir.Desapegar-se de coisas que não servem mais, procurar outras que, mesmo parecendo pequenas à primeira vista, têm mais importância para o momento.
Algumas pessoas se apegam a lugares e situações, como se fossem “espíritos obsessores”!! “Eu não posso ficar sem este emprego!”, “Esta vaga de garagem é minha!”, “Eu quero sentar naquele lugar porque é meu!”.E vão ficando…vão ficando…vão ficando…
Atualmente vemos “mudanças” de protesto, mas que nada acrescentam ao crescimento coletivo. Mudar para favorecer a uns poucos é usurpar.
De minha parte, estou largando coisas que não preciso mais. Objetos, atividades, valores.
Encrespar com gente de baixo nível? Não vou mais, eles são muito experientes em baixaria e eu quero minha paz de espírito.Bom senso e vingança não se misturam.
Estou largando lixos que acumulei, tentando resolver problemas coletivos. Acordei para o fato que os problemas são mutáveis e se apresentam a cada situação, não sendo eu a responsável pelo “bem da Humanidade”. De tanto acumular “lixo”, meu corpo fez um tumor de supra-renal e eu tive que sofrer uma cirurgia. Quero mais um novo tumor? Claro que não.
Então, estou deixando “lixo” na lixeira, desapegando de coisas e lugares, tentando focar no que realmente é importante para mim.
E se o “lixo humano”, que todos nós conhecemos bem, insistir em nos “obsediar”, tem sempre a solução jurídica, a defender a causa de quem tem a razão.
Uma marca na parede pode ser apagada com uma pincelada de tinta, mas uma marca em nossa alma só deixa de incomodar quando paramos de lhe “dar comidinha”.
Para mim, quero mais evoluir, nem que seja passinho por passinho. Que os mortos enterrem seus mortos.

Sto Antonio do Pinhal, serei sua devota.

Eu até comecei a escrever este post como uma narrativa de uma viagem de férias, que começou assim:
“Pegamos o último final de semana de junho, na contramão dos jogos de futebol, para descansarmos na região serrana do Estado de São Paulo e escolhemos Santo Antonio do Pinhal por ser uma cidade hospitaleira e muito tranquila, com várias trilhas e rotas turísticas.
A cidade fica a 173 Km da capital, seguindo pela rodovia Ayrton Sena/Carvalho Pinto em direção a Campos do Jordão, que está há cerca de 17 Km.
Provamos o melhor sorvete de todos, na sorveteria Eisland, cujo leite e creme de leite é do gado Jersey da fazenda da região.
Embora a seca tenha atingido o Estado de São Paulo com bastante crueldade, os pinheiros aguentam firmes e as flores nos presenteiam com suas cores. Na pousada que nos hospedamos (Pousada Alemã) pudemos ver canteiros de lavandas, rosas e gerânios.”
Depois, analisando bem, relatos de viagens já lemos muitos e o que está aí já dá uma ideia do local para quem quiser conhecer e procurar mais pela internet.
Para mim,o melhor de tudo foi desacelerar meus nervos, por o pé no freio do “eu tenho que fazer” e voltar a sentir cheiros, ver estrelas, conversar sem pressa, andar pela rua sem ter gente se acotovelando ou se odiando.
Sentir o calor do dia e o contraste do frio da noite, bem definidos. Respirar sem ter o nariz irritado, provar comida com gosto de comida.
Foram pequenos prazeres que me fizeram lembrar de como eu era feliz quando morava numa Vila Santa Clara nos anos 60/70, que mais parecia uma cidade do interior e tinha gente boa pra se conviver.
O Brasil precisa trabalhar com ESTE tipo de turismo, com a ideia de mostrar o que tem de verdadeiro e bom e não o que o turista QUER que seja ou que fantasie. Não temos só praias e bundas para mostrar, temos montanhas, vales, folclore maravilhoso, comida soberba e um povo que se bem orientado pode abrilhantar nossa nação.
Eu não troco um lugar assim por nada deste mundo.
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Festa mexicana de aniversário

Minha filha caçula faz aniversário em maio e me pediu uma festa mexicana, com apenas algumas amigas (eu ainda estou de molho e não deu para fazer muito).
A decoração seguiu as cores vermelho, verde e branco (da bandeira mexicana), com bexigas, toalhas de TNT, copos e pratinhos, flores e acessórios comprados na região da Rua 25 de Março (SP) a um bom preço. Fiz algumas flores de papel crepom e decorei alguns chapéus de palha com fitas coloridas, além de exagerar com algumas rosas de plástico vermelhas e brancas (bem ao estilo florido brega).
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Festa mexicana tem que ter tacos e burritos,recheios de carne moída e frango, alface picada, milho, tomates picados, azeitonas e pimenta,além do guacamole, creme de queijo cheddar e cream cheese azedado para comer com nachos.
Estes petiscos foram deixados numa mesinha próxima à cozinha, onde cada um fazia a sua própria refeição.
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Um reforço foi dado com o empadão de frango, para quem não quisesse comer nada daquilo.
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E mesmo seguindo a temática mexicana, em festa de aniversário não pode deixar de ter brigadeiro, beijinho, marshmalows, balinhas coloridas, cupcakes,refrigerantes e sucos. Brincando com os canudinhos, Heloisa recortou os famosos bigodinhos mexicanos e os colocou em cada canudinho:
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O bolo de chocolate com recheio de beijinho foi feito e decorado com pasta americana por mim.
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No final, as lembrancinhas foram pequenos vasos de plantas artificiais, que lembram o tema.
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Desculpe-me o transtorno: estou em obras!

Embora eu goste bastante de escrever, tenho deixado de lado os blogs por problemas de saúde que me impediram de ter uma participação mais ativa.
São as tais das “pausas” que a gente tem na vida, seja para refletir, ou para mudar de rumo, ou para consertar alguma coisa. No meu caso é uma recuperação de uma cirurgia chata, que deixou por uns tempos sequelas no meu metabolismo, já se normalizando. Porém agora ganhei de presente uma fibromialgia e um pinçamento de algum nervo, que me impede de fazer artes ou escrever sem dor.
Paciência, isso também um dia sairá.Enquanto isso, “catar milho” para escrever, bolsa de água quente, alongamento e relaxante muscular.
E como eu tenho uma tendencia ao dramático, estou com pequenas reformas na casa, que deixam qualquer cristão de cabelos em pé, embora eu esteja exercendo minha paciência, contando até mil e deixando a sujeira se acumular, para poder limpar tudo de uma só vez.Quem contrata alguém para um serviço de reforma tem que saber que os “3 dias para terminar” sempre se transformam em “5 dias e olhe lá!”, isso com “a boa vontade e tocando o serviço”…
Não tem jeito: casa precisa de manutenção, assim como a gente também precisa de cuidados médicos.
Assim, não deixe você de cuidar de sua casa e de sua saúde, para não surtar e dar trabalho para quem está ao seu lado.
Um abraço e vamos voltando, aos poucos.

Cozinhando no papelote: opção de prato saudável

Minha medida para controlar o consumo de frituras fica permanentemente sobre a pia da cozinha: um vidro de conservas, com os restos do óleo das frituras que fiz, olhando para mim até quando chegar a ficar cheio (então o enrolo em um saco e o despacho para reciclagem).
O ser humano ADORA frituras, eu sou ser humano, eu adoro frituras! Só que não devo e não posso mais. Então, uso de meu livre arbítrio e tento substituir o máximo possível de alimentos fritos por assados, cozidos ou feitos como do título da postagem (Eta! como enrolou para chegar até aqui, mulher!), preparados em papelote.
O peixe é o preferido para isso, pois sua carne macia fica prontinha em alguns minutos e pega bem os temperos. Já postei sobre peixe no papelote, então não vou me repetir.
Mas quero reforçar que vale a pena preparar um pacotinho com o filé de peixe, mais algumas ervas aromáticas (salsa, cebolinha, manjerona ou manjericão), tomates, cebolas e pimentões em fatias, ou outros vegetais (tiras de repolho, de acelga,…). É só temperar, fazer um pacotinho com papel manteiga ou papel laminado e colocar para cozer em vapor por 5 minutos de cada lado. Almoço de solteiro, de homem solteiro eu diria, pois se quiser nem prato precisa sujar (pode ser comido no papelote mesmo e depois jogar fora!).
Sem contar com o ganho para a sua saúde, pois não vai comer excesso de gordura, ou para a harmonia de sua casa, pois não vai ficar com mau cheiro da fritura.
Depois, para compensar, caia de boca numa fatia de torta de chocolate…não está mais aqui quem falou…

Bater bolo no liquidificador dá certo?

Pior que dá!
Não vou postar nenhuma foto aqui de bolo batido no liquidificador, mas, acreditem, fica um bom bolo caseiro.
Vi pela primeira vez esta “heresia” na casa de minha cunhada, que na maior calma foi colocando os ingredientes de um bolo de chocolate no copo do liquidificador e bateu tudo, deixando o fermento para o final, sem bater.
Eu, de olho arregalado, não acreditando no que ela estava fazendo, mas segui a minha frase preferida:”Não interfira na cultura alienígena, diretriz primeira da Federação.”, e esperei pelo resultado…maravilhoso resultado.
Às vezes a gente também congela no tempo por puro preconceito e a culinária está repleta de preconceitos. Quem diria que seria possível fazer um Bolo Nega Maluca no microondas há anos atrás? Mas dá certo e fica bom! E agora essa, bater o bolinho de chocolate no liquidificador! Também fica gostoso.
Portanto, amiga cozinheira de primeira viagem: não tenha medo e nem preconceito! Faça o seu bolinho no liquidificador, mas diminua a quantidade de fermento (pela metade, ok?) e só o acrescente no final, misturando manualmente.
Será somente o copo do liquidificador para você lavar no final das contas e o resultado não vai deixar você com vergonha de sua avó.

Crianças chatas

Hoje cheguei a formular uma hipótese de que a “educação é inversamente proporcional ao nível de intensidade utilizado na voz de uma pessoa: (E= 1/barulho)”.
Ou complementando: o “nível de educação é inversamente proporcional ao nível de intensidade versus freqüência utilizada de voz: E=1/I.Fo”
Eu aqui nem coloco a questão das “palavrinhas mágicas” (Por favor, Com licença, Obrigado, Desculpe, Bom Dia, Até logo),as quais não mais existem no vocabulário da atual classe social emergente.
É muito mais simples o “deixar pra lá” do que educar; é mais confortável não chamar a atenção de uma criança chata e inconveniente do que ensiná-la a se comportar de acordo com o ambiente; é melhor para os pais deixarem os filhos fazerem algazarra do que se cansarem em dizer “não” e educar.
Educar é cansativo,dá trabalho,requer atenção com o outro e que se tenha algo para transmitir, além de persistência e paciência.
Eu até entendo o porquê das crianças de meu país serem tão barulhentas e sem limites,na sua maioria.Em parte,porque a atual geração de pais (que contam com idade por volta dos 14 a 30 anos) não recebeu nenhuma educação, seja formal ou de base familiar.Fruto de um abandono generalizado, adoçado com a capa da modernidade e do “olhe como sou melhor que qualquer um dos outros”.Geração criada para acreditar que tudo gira ao seu redor, que trabalho é coisa de bestas, que não é necessário nenhum esforço pessoal pois tudo lhe será dado,tal como ração aos frangos até engordarem para o abate.
Existem crianças que chegam em locais públicos falando aos gritos, empurrando e pisando, interrompendo a conversa de adultos para chamar a atenção para si, mexendo e derrubando, choramingando quando não atendidas imediatamente. A energia ao seu redor é ruim, não é a de uma agitação saudável, mas de algo parecido com radiatividade, ao invés da eletricidade 220 W, como deve ser em crianças bem resolvidas. Algumas pouquíssimas até têm comprometimentos diversos para assim se manifestarem, mas o que vemos na maioria é um total abandono destes seres, que crescem à deriva, sem nenhuma orientação, posto que seus pais, frutos de anos e anos da também falta de orientação,não têm nenhum conteúdo a lhes transmitir.
Em minhas andanças pelo supermercado é comum ver crianças que falam aos berros e em tom mais infantilizado do que o esperado para sua faixa etária.É possível escutá-las três ou quatro seções adiante sem que seus pais digam sequer uma vez:”-Pode falar mais baixo,que eu estou te ouvindo.”
Noutro dia, entrei numa loja de tapetes, comprei o que precisava e fui ao caixa pagar. Como era dia 2 de janeiro, suponho que a jovem mãe sem ter com quem deixar seu filho o trouxe ao serviço. Assim que entreguei a nota a criança começa seu espetáculo, mexendo na calculadora, tirando o fone do gancho. Perguntei para ele se estava ajudando sua mãe. Pronto! Foi a deixa! A criança “angelical” transformou-se,levantou-se da cadeira, andou em círculos e em vai e vem, gritando que se chamava “alguma coisa com um monte de th+y+son” e que não ia falar comigo!Assim, do nada. A mãe nada falou, não o repreendeu por sua grosseria e continuou a passar meu cartão na máquina, passivamente. Respondi olhando bem nos olhos do monstrinho: “EU é quem não vai conversar com você.” Ele estancou, sentou, continuou a olhar para o próprio umbigo, sem obter da mãe a reação que provavelmente ele queria, mas também sem receber a educação que deveria ter recebido, ali, naquele momento, quando avançou os limites e tratou uma pessoa mais velha como se fosse um objeto.
Então, o “alguma coisa com um monte de th+y+son” no nome (coitado, vai passar a vida inteira soletrando o nome para fazer qualquer documento, porque a mãe achou bonito), assim como os “João Marcos”, “Pedro Henrique”, “Lucas Felipe” (classe média adora colocar nomes duplos) acabam sendo condicionados pelo meio ambiente a acreditarem que são os seres mais importantes do Universo, mesmo que não tenham recebido nenhum conteúdo, crescendo como pessoas egocêntricas,sem criatividade, sem força de vontade e sobretudo, sem amor ao próximo.
A Egolatria transforma crianças bonitas e curiosas em crianças chatas e arrogantes.
Talvez, suponho, por não terem tido base, nem atenção, daí a necessidade de gritar, para fazer-se existir.
Então “E=1/I.Fo”

2013 in review

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 33,000 times in 2013. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 12 sold-out performances for that many people to see it.

Click here to see the complete report.