Torta salgada com massa de batatas

janeiro15 005 janeiro15 004
Já havia feito o Rocambole de Batatas (receita neste blog) e experimentei usar a mesma massa para fazer como torta e ficou muito bom.
Massa:
1 kg de batatas, cozidas com casca e espremidas como que para purê (reserve 1 xícara de purê para o recheio)
2 xícaras (chá) de farinha de trigo+1 xícara de amido de milho (maisena)
1 colher(chá) de sal
1 colher (sobremesa) de fermento em pó
1 gema (reserve a clara para o recheio)
Misture tudo à batata amassada fria e reserve, enquanto prepara o recheio.
Recheio:
1 maço de espinafre, lavado e cozido somente no vapor da própria água que fica nas folhas(*)
metade de um pimentão vermelho pequeno picadinho
metade de um pimentão amarelo picadinho
1 cebola média picadinha
1 xícara (chá) de cheiro-verde (salsinha+cebolinha) picado
400 g de requeijão cremoso (usei o Tirolês)
1 xícara (chá) do purê de batatas (reservado)
2 colheres (sopa) de maisena diluída em um pouquinho de água ou leite
1 colher (chá) de sal
2 claras de ovos, batidas em neve (reserve uma gema para pincelar a torta)
3 colheres (sopa) de óleo, para refogar
Refogue os vegetais no óleo, na ordem: cebola, pimentões, espinafre picado, purê de batatas. Adicione o cheiro-verde picado, mexa; adicione o requeijão, mexa; adicione a maisena diluída, mexa e retire do fogo. Bata as 2 claras de ovos em neve e junte ao recheio delicadamente, primeiro 1/3, misture e depois o restante. Prove o sal e reserve.
Preparo:
Pré-aqueça o forno a 200ºC (médio), forre uma forma de aro removível com papel manteiga ou laminado, untado.
Abra a massa em superfície enfarinhada, verificando se está firme o suficiente, mas não dura, para ser colocada na forma e retire 1/3 desta massa para a cobertura da torta (se necessário coloque mais farinha, mas aos poucos); forre a forma com os 2/3 de massa restantes, ajudando com os dedos a nivelar as laterais se necessário. É uma massa parecida com a de nhoque firme. Deixe as laterais com “três dedos de altura” (medida do olhômetro!).
Recheie com o creme de vegetais preparado e morno; abra o restante da massa, coloque sobre o recheio e aperte as bordas, selando a torta. Pincele com a gema de ovo batida, faça alguns furos no topo com o garfo e leve para assar por cerca de 50 minutos.
Sirva morna.
Notas:
Minha forma de aro removível ainda é aquela que enferruja fácil, fácil, por isso, assim que possível, eu retiro as tortas preparadas, pois senão a massa fica com gosto ruim. Se a sua forma também for assim, não se esqueça de forra-la muito bem e retirar a torta assim que possível.
Algumas pessoas gostam de refogar também os talos picadinhos do espinafre; eu não gosto do sabor, mas fica a seu critério.
Experimente sempre o sal: é preferível colocar de menos a se arrepender depois!
Como já escrevi acima, esta massa é muito boa para fazer o Rocambole de batatas e o recheio fica por conta da sua vontade.

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O que fazer com as sobras da ceia? Pastelão!

dezembro14025 Sobras de frango, peru ou mesmo carne podem ser reaproveitadas de uma maneira bem gostosa, em um prato único para um almoço ou jantar descontraído.
A massa eu já postei, é a minha de pastelão, mas para quem não quer procurar, aqui vai:

Pastelão de Frango e Legumes
Massa:
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de amido de milho (maisena)
100g de manteiga ou margarina sem sal + 20g de gordura vegetal (ou 120g de manteiga)
2 gemas
2 colheres(chá) de fermento químico em pó
3/4 de xícara (chá) de leite morno
1 pitada de sal
1 colher (sopa) de queijo ralado (opcional
Com exceção do leite morno, coloque todos os ingredientes no processador, para formar uma farofa; retire, coloque numa tigela e acrescente, aos poucos, o leite morno, sentindo o ponto. A massa não deve ficar molenga, muito menos passar do ponto e ficar dura; ela fica com uma consistência bem macia. Embrulhe em papel filme e reserve na geladeira por uns 30 minutos.
Enquanto isto, prepare o recheio e aqueça o forno a 180ºC.
Recheio:
Sobras de frango (ou peru, ou carne desfiada), o equivalente a um prato fundo de sopa
1 pote de requeijão Danone (200g) ou catupiry
as 2 claras que sobraram
1 abobrinha pequena ralada no ralador grosso
1 cenoura pequena também ralada
1 cebola média, picadinha
1 tomate picadinho
Cheiro-verde picado se gostar
1 colher (sopa) de amido de milho (maisena)
1 colher (chá rasa) de sal
3 a 4 colheres (sopa) de óleo
Refogue na ordem a cebola, a cenoura, a abobrinha, o tomate, as sobras de frango, misturando.Coloque o sal, prove, tire do fogo, junte o requeijão, as claras, a maisena e misture. Reserve.
Preparo:
Abra a metade da massa em superfície levemente enfarinhada e forre uma forma média de torta, fure com o garfo o fundo e as laterais, cubra com papel laminado (alumínio), coloque feijões e asse por uns 15 minutos. Retire o papel com os feijões, recheie, abra a outra metade da massa e cubra o pastelão, trabalhando as bordas (pode apertar uma massa contra a outra e se houver sobra de massa, fazer um cordão para o acabamento). Pincele com gema de ovo batida, faça alguns furinhos no topo e leve para assar por 30 minutos, ou até dourar.
dezembro14023
Por que pré-assar com laminado e feijões? Para que a massa de baixo não fique crua, quando o pastelão estiver dourado.
Caso não tenha amido de milho na hora de fazer o pastelão, pode-se usar somente farinha de trigo, embora a massa não fique tão fofinha.

Pavê de biscoitos Oreo

dezembro14 007
Mais fácil que este, só dois deste!
280g de biscoitos Oreo (2 pacotes de 140g), picados grosseiramente
300ml de creme para chantily Amélia
200g de requeijão (Usei o Danone e aprovei)
1 colher (sopa) de essência de baunilha
Bata o chantily até dobrar o volume e acrescente o requeijão e a baunilha, batendo mais um pouco até ficar firme.
Alterne numa travessa média as camadas de creme (3) com as de biscoito picado (2) e decore com raspas de chocolate.
Só isso!

Torta Natalina de Cerejas

dezembro14 010
A massa desta torta é a utilizada na tradicional torta de maçãs americana (a “da vovó Donalda”); assim, aproveite para experimentar com maçãs, peras, ameixas ou outras frutas vermelhas.
Massa:
250 g de farinha de trigo
1 pitada de sal
100 g de manteiga sem sal gelada cortada em pedacinhos + 20 g de gordura vegetal ou margarina
1 colher (sopa cheia) de açúcar
1 gema
6 colheres (sopa) de leite gelado ou água gelada
Misture com a ponta dos dedos para formar uma massa lisa ou então processe no processador de alimentos (formará uma farofa, que deverá ser amassada levemente), forme dois discos, embrulhe em filme plástico e gele por 30 minutos. Reserve.
Recheio:
500 g de cerejas frescas, sem caroço
3/4 de xícara (chá) de açúcar
3 colheres(sopa) de maisena (amido de milho) ou farinha de arroz
Misture numa tigela e deixe repousar por 30 minutos.
Pré-aqueça o forno a 180º C; abra um dos discos de massa, forre o fundo e laterais de uma forma redonda (22 cm), fure a massa com garfo (isso evita que ao assar a massa levante), cobra com papel laminado e feijões, asse por 20 minutos, retire o papel e os feijões.
Coloque as cerejas reservadas (se formar muito caldo, elimine), um montinho maior no cento; abra o outro disco de massa, faça um ou dois furos (usei um cortador de biscoitos pequeno) na massa (para sair o vapor do cozimento), coloque sobre o recheio, apertando as bordas da massa. Pincele a cobertura com uma gema batida ou com leite e polvilhe açúcar.
Asse por cerca de 20 a 25 minutos, ou até dourar.
A torta fica com uma aparência rústica, por conta do formato das frutas do recheio, mas fica muito bonita.
Sirva fria, com uma bola de sorvete, se preferir.
Nota: este tipo de massa deve ser trabalhada sempre com pouca manipulação, mãos frias se possível, para a massa não ficar “emborrachada”.
Outra dica: às vezes forma muito suco no centro da torta assada, por isso se preferir refogue as cerejas com o açúcar e a maisena antes, formando uma goma que irá diminuir o líquido que se forma.
dezembro14 011
dezembro14 009
dezembro14026
Esta foi feita em um prato fundo de sopa.

Torta de Noz Pecan e Pasta de Amendoim

dezembro14 004
Massa:
250g de farinha de trigo
1 pitada de sal
120g de manteiga sem sal gelada, cortada em pedacinhos + 1 colher (sopa) de gordura vegetal ou margarina
50g de açúcar (+ou- 2 colheres de sopa)
6 colheres (sopa) de leite gelado
Use o processador de alimentos para misturar os ingredientes, amassando posteriormente a farofinha formada, até formar uma massa lisa; forme um disco, embrulhe em papel filme e gele por 30 minutos.
Recheio:
3 ovos batidos
300 g de nozes pecan rusticamente picadas + 50 g de figos secos picados (reserve algumas nozes para decorar)
180 g de pasta de amendoim (usei a Paçoquita e gostei do resultado)
1 xícara (chá) de açúcar mascavo
1 colher (sopa) de chocolate em pó
1 pitada de sal
1 colher (sopa) de baunilha
Misture e reserve.
Preparo:
Pré-aqueça o forno a 200ºC; abra a massa em superfície levemente enfarinhada e com ele forre um refratário redondo(22 cm), fure a massa com o grafo, cubra com papel alumínio e feijões e leve para assar por cerca de 20 minutos; retire o papel, proteja somente as bordas com pedaços de papel alumínio (para não escurecer a massa) e asse por mais 10 minutos (forno mais baixo, 180ºC); retire do forno, coloque o recheio, decore com as nozes e leve para assar novamente até o recheio firmar (cerca de 15 minutos).
Sirva fria, com sorvete de creme se preferir.
Preparei esta torta para o jantar de Natal na casa de nossas amigas dona Elena e Marcia, às quais dedico esta torta.

Mudanças necessárias.

Manter-nos na “zona de conforto” traz sempre a falsa impressão de segurança.
O que está quieto não se mexe, certo? Não sei…
Se não há mudança não há também nenhum movimento, nenhum crescimento, “a pedra cria limo”.
Depois de um certo tempo em um determinado trabalho ou atividade, às vezes torna-se necessário evoluir.Desapegar-se de coisas que não servem mais, procurar outras que, mesmo parecendo pequenas à primeira vista, têm mais importância para o momento.
Algumas pessoas se apegam a lugares e situações, como se fossem “espíritos obsessores”!! “Eu não posso ficar sem este emprego!”, “Esta vaga de garagem é minha!”, “Eu quero sentar naquele lugar porque é meu!”.E vão ficando…vão ficando…vão ficando…
Atualmente vemos “mudanças” de protesto, mas que nada acrescentam ao crescimento coletivo. Mudar para favorecer a uns poucos é usurpar.
De minha parte, estou largando coisas que não preciso mais. Objetos, atividades, valores.
Encrespar com gente de baixo nível? Não vou mais, eles são muito experientes em baixaria e eu quero minha paz de espírito.Bom senso e vingança não se misturam.
Estou largando lixos que acumulei, tentando resolver problemas coletivos. Acordei para o fato que os problemas são mutáveis e se apresentam a cada situação, não sendo eu a responsável pelo “bem da Humanidade”. De tanto acumular “lixo”, meu corpo fez um tumor de supra-renal e eu tive que sofrer uma cirurgia. Quero mais um novo tumor? Claro que não.
Então, estou deixando “lixo” na lixeira, desapegando de coisas e lugares, tentando focar no que realmente é importante para mim.
E se o “lixo humano”, que todos nós conhecemos bem, insistir em nos “obsediar”, tem sempre a solução jurídica, a defender a causa de quem tem a razão.
Uma marca na parede pode ser apagada com uma pincelada de tinta, mas uma marca em nossa alma só deixa de incomodar quando paramos de lhe “dar comidinha”.
Para mim, quero mais evoluir, nem que seja passinho por passinho. Que os mortos enterrem seus mortos.

Sto Antonio do Pinhal, serei sua devota.

Eu até comecei a escrever este post como uma narrativa de uma viagem de férias, que começou assim:
“Pegamos o último final de semana de junho, na contramão dos jogos de futebol, para descansarmos na região serrana do Estado de São Paulo e escolhemos Santo Antonio do Pinhal por ser uma cidade hospitaleira e muito tranquila, com várias trilhas e rotas turísticas.
A cidade fica a 173 Km da capital, seguindo pela rodovia Ayrton Sena/Carvalho Pinto em direção a Campos do Jordão, que está há cerca de 17 Km.
Provamos o melhor sorvete de todos, na sorveteria Eisland, cujo leite e creme de leite é do gado Jersey da fazenda da região.
Embora a seca tenha atingido o Estado de São Paulo com bastante crueldade, os pinheiros aguentam firmes e as flores nos presenteiam com suas cores. Na pousada que nos hospedamos (Pousada Alemã) pudemos ver canteiros de lavandas, rosas e gerânios.”
Depois, analisando bem, relatos de viagens já lemos muitos e o que está aí já dá uma ideia do local para quem quiser conhecer e procurar mais pela internet.
Para mim,o melhor de tudo foi desacelerar meus nervos, por o pé no freio do “eu tenho que fazer” e voltar a sentir cheiros, ver estrelas, conversar sem pressa, andar pela rua sem ter gente se acotovelando ou se odiando.
Sentir o calor do dia e o contraste do frio da noite, bem definidos. Respirar sem ter o nariz irritado, provar comida com gosto de comida.
Foram pequenos prazeres que me fizeram lembrar de como eu era feliz quando morava numa Vila Santa Clara nos anos 60/70, que mais parecia uma cidade do interior e tinha gente boa pra se conviver.
O Brasil precisa trabalhar com ESTE tipo de turismo, com a ideia de mostrar o que tem de verdadeiro e bom e não o que o turista QUER que seja ou que fantasie. Não temos só praias e bundas para mostrar, temos montanhas, vales, folclore maravilhoso, comida soberba e um povo que se bem orientado pode abrilhantar nossa nação.
Eu não troco um lugar assim por nada deste mundo.
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Festa mexicana de aniversário

Minha filha caçula faz aniversário em maio e me pediu uma festa mexicana, com apenas algumas amigas (eu ainda estou de molho e não deu para fazer muito).
A decoração seguiu as cores vermelho, verde e branco (da bandeira mexicana), com bexigas, toalhas de TNT, copos e pratinhos, flores e acessórios comprados na região da Rua 25 de Março (SP) a um bom preço. Fiz algumas flores de papel crepom e decorei alguns chapéus de palha com fitas coloridas, além de exagerar com algumas rosas de plástico vermelhas e brancas (bem ao estilo florido brega).
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Festa mexicana tem que ter tacos e burritos,recheios de carne moída e frango, alface picada, milho, tomates picados, azeitonas e pimenta,além do guacamole, creme de queijo cheddar e cream cheese azedado para comer com nachos.
Estes petiscos foram deixados numa mesinha próxima à cozinha, onde cada um fazia a sua própria refeição.
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Um reforço foi dado com o empadão de frango, para quem não quisesse comer nada daquilo.
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E mesmo seguindo a temática mexicana, em festa de aniversário não pode deixar de ter brigadeiro, beijinho, marshmalows, balinhas coloridas, cupcakes,refrigerantes e sucos. Brincando com os canudinhos, Heloisa recortou os famosos bigodinhos mexicanos e os colocou em cada canudinho:
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O bolo de chocolate com recheio de beijinho foi feito e decorado com pasta americana por mim.
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No final, as lembrancinhas foram pequenos vasos de plantas artificiais, que lembram o tema.
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Desculpe-me o transtorno: estou em obras!

Embora eu goste bastante de escrever, tenho deixado de lado os blogs por problemas de saúde que me impediram de ter uma participação mais ativa.
São as tais das “pausas” que a gente tem na vida, seja para refletir, ou para mudar de rumo, ou para consertar alguma coisa. No meu caso é uma recuperação de uma cirurgia chata, que deixou por uns tempos sequelas no meu metabolismo, já se normalizando. Porém agora ganhei de presente uma fibromialgia e um pinçamento de algum nervo, que me impede de fazer artes ou escrever sem dor.
Paciência, isso também um dia sairá.Enquanto isso, “catar milho” para escrever, bolsa de água quente, alongamento e relaxante muscular.
E como eu tenho uma tendencia ao dramático, estou com pequenas reformas na casa, que deixam qualquer cristão de cabelos em pé, embora eu esteja exercendo minha paciência, contando até mil e deixando a sujeira se acumular, para poder limpar tudo de uma só vez.Quem contrata alguém para um serviço de reforma tem que saber que os “3 dias para terminar” sempre se transformam em “5 dias e olhe lá!”, isso com “a boa vontade e tocando o serviço”…
Não tem jeito: casa precisa de manutenção, assim como a gente também precisa de cuidados médicos.
Assim, não deixe você de cuidar de sua casa e de sua saúde, para não surtar e dar trabalho para quem está ao seu lado.
Um abraço e vamos voltando, aos poucos.

Cozinhando no papelote: opção de prato saudável

Minha medida para controlar o consumo de frituras fica permanentemente sobre a pia da cozinha: um vidro de conservas, com os restos do óleo das frituras que fiz, olhando para mim até quando chegar a ficar cheio (então o enrolo em um saco e o despacho para reciclagem).
O ser humano ADORA frituras, eu sou ser humano, eu adoro frituras! Só que não devo e não posso mais. Então, uso de meu livre arbítrio e tento substituir o máximo possível de alimentos fritos por assados, cozidos ou feitos como do título da postagem (Eta! como enrolou para chegar até aqui, mulher!), preparados em papelote.
O peixe é o preferido para isso, pois sua carne macia fica prontinha em alguns minutos e pega bem os temperos. Já postei sobre peixe no papelote, então não vou me repetir.
Mas quero reforçar que vale a pena preparar um pacotinho com o filé de peixe, mais algumas ervas aromáticas (salsa, cebolinha, manjerona ou manjericão), tomates, cebolas e pimentões em fatias, ou outros vegetais (tiras de repolho, de acelga,…). É só temperar, fazer um pacotinho com papel manteiga ou papel laminado e colocar para cozer em vapor por 5 minutos de cada lado. Almoço de solteiro, de homem solteiro eu diria, pois se quiser nem prato precisa sujar (pode ser comido no papelote mesmo e depois jogar fora!).
Sem contar com o ganho para a sua saúde, pois não vai comer excesso de gordura, ou para a harmonia de sua casa, pois não vai ficar com mau cheiro da fritura.
Depois, para compensar, caia de boca numa fatia de torta de chocolate…não está mais aqui quem falou…