Sto Antonio do Pinhal, serei sua devota.

Eu até comecei a escrever este post como uma narrativa de uma viagem de férias, que começou assim:
“Pegamos o último final de semana de junho, na contramão dos jogos de futebol, para descansarmos na região serrana do Estado de São Paulo e escolhemos Santo Antonio do Pinhal por ser uma cidade hospitaleira e muito tranquila, com várias trilhas e rotas turísticas.
A cidade fica a 173 Km da capital, seguindo pela rodovia Ayrton Sena/Carvalho Pinto em direção a Campos do Jordão, que está há cerca de 17 Km.
Provamos o melhor sorvete de todos, na sorveteria Eisland, cujo leite e creme de leite é do gado Jersey da fazenda da região.
Embora a seca tenha atingido o Estado de São Paulo com bastante crueldade, os pinheiros aguentam firmes e as flores nos presenteiam com suas cores. Na pousada que nos hospedamos (Pousada Alemã) pudemos ver canteiros de lavandas, rosas e gerânios.”
Depois, analisando bem, relatos de viagens já lemos muitos e o que está aí já dá uma ideia do local para quem quiser conhecer e procurar mais pela internet.
Para mim,o melhor de tudo foi desacelerar meus nervos, por o pé no freio do “eu tenho que fazer” e voltar a sentir cheiros, ver estrelas, conversar sem pressa, andar pela rua sem ter gente se acotovelando ou se odiando.
Sentir o calor do dia e o contraste do frio da noite, bem definidos. Respirar sem ter o nariz irritado, provar comida com gosto de comida.
Foram pequenos prazeres que me fizeram lembrar de como eu era feliz quando morava numa Vila Santa Clara nos anos 60/70, que mais parecia uma cidade do interior e tinha gente boa pra se conviver.
O Brasil precisa trabalhar com ESTE tipo de turismo, com a ideia de mostrar o que tem de verdadeiro e bom e não o que o turista QUER que seja ou que fantasie. Não temos só praias e bundas para mostrar, temos montanhas, vales, folclore maravilhoso, comida soberba e um povo que se bem orientado pode abrilhantar nossa nação.
Eu não troco um lugar assim por nada deste mundo.
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Parque da Água Branca

Passamos a quarta-feira de cinzas bem tranquilamente no Parque, à sombra de pinheiros e árvores de nossa mata nativa.
Gosto de estar lá, mais ainda do que no Horto, pois este está abandonado. O Parque da Água Branca começa a ser revigorado e a gente não é atropelado por bicicletas kamikases, nem perseguido por bando de cães vadios. Somos acompanhados de pertinho pelas galinhas ganisés e seus pintinhos, por galos, gansos, pavões, angolinhas, por pombos e maritacas, por sabiás que ainda encontram ali um refúgio.
Ainda há muito o que restaurar, mas já estão num bom caminho. Falando de caminho, há também uma pequena homenagem ao violonista Paulinho Nogueira.
As chuvas também deixaram suas marcas no Parque, com a queda de uma das enorme árvore sobre um dos prédios da administração.
E curtimos um pic-nic improvisado ao lado do lago das carpas, curtindo o silêncio gostoso daquele lugar.
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O papel da Mulher Síndica na conciliação de conflitos

domando um leão a cada dia...

A conciliação de conflitos entre moradores de Condomínios é uma ferramenta que facilita a vida social, financeira e jurídica de todos. Embora seja considerada como uma nova cultura de gerenciamento, ela já é praticada há eras pelas mulheres da família, mais especificamente pela matriarca do clã.
O que a mulher síndica tem em comum com isso é sua capacidade de se colocar no lugar do outro e com isso analisar diversas estratégias para a resolução de um problema.
De uma maneira geral, quando a mulher assume o cargo de síndica, rejuvenesce o Condomínio, adota novas estratégias, delega funções e acompanha o processo de execução, preocupando-se com detalhes que muitas vezes passam despercebidos pelos homens.
A mulher síndica é “multimídia”: geralmente trabalha fora, trabalha na sua casa e trabalha para o Condomínio. Essa capacidade para abordar e resolver diversas tarefas ao mesmo tempo a capacita para uma administração com melhores resultados.
No entanto, a síndica precisa atentar-se para não confundir o seu “lado maternal” com o “profissional” e “conciliatório”. Pela sua própria saúde emocional não deve assumir cargas de trabalho ou preocupações que não sejam diretamente ligadas ao problema, ou como se diz, “não carregar o mundo nas costas”, e saber dividir tarefas.
É comum da natureza da mulher síndica aliar-se aos seus colaboradores ao invés de bater-se de frente com eles.
Ela tem interesse e tempo para escutar o reclamante. No processo de resolução de problemas, a mulher síndica competente usa todos os seus sentidos e mais ainda o de “ouvir”. Em muitos casos, apenas o fato de ter alguém que ouça suas reivindicações já traz o condômino a fazer parte positiva daquele grupo social.
E diferente do estereótipo de “síndico que assumiu porque não tinha mais nada o que fazer” ou “porque ninguém se habilitava”, ela entra numa administração para ordenar, consertar, reagrupar e melhorar o que for preciso, fazendo uso da inteligência emocional. Afinal, faz parte de sua natureza criativa e conciliatória, um elo filogenético entre nós e nossas antepassadas…numa versão multimídia.

Enquanto isso…

Enquanto o tempo está quente demais durante o dia, tentamos salvar as plantinhas que restaram da jardineira. Borrifos de água, na tentativa de amainar a sede, tornaram possível esta foto tirada do celular…

Nem a salsinha escapou da fúria do verão…